segunda-feira, 31 de março de 2008

Minha prima Vivi, ao nono mês de espera da Léa:
- Não vejo a hora que ela nasça. Tô cansada de ser uma casinha.





.::
música da chegada ::.
Valeu a pena
David Duarte

Valeu a pena esperar por você
Sentir meu peito acordar pra te ver
Sorrindo... chegando... invadindo...
Chamando meio sem querer, querendo
Só eu sei o quanto sou feliz

domingo, 30 de março de 2008

Teto na área de fumantes.
Se é pintura ou photoshop, eu não sei.
Só sei que faz pensar, é criativo e ultra-chocante.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Rir é bom. Ou melhor, não. Rir é muito bom. Conheço pessoas que não poupam risadas, e qualquer brechinha de uma leve pitada de humor, estão mostrando os dentes. Geralmente, essas risadas são altamente contagiosas. E geralmente o ser risonho leva um apelido como "risadinha" ou "sorriso", por exemplo.
Esse tipo é o melhor ouvinte de piada. Para identificá-los, experimente contar sua piada mais boba em público. Se esta espécie super-feliz estiver presente, o sucesso é garantido. São pessoas que alegram todo ambiente, não importando se o clima é de tensão ou melancolia. O simples fato de estarem ali já remete a tantas lembranças hilárias que quebram a seriedade.
Mas não foi um desse tipo o que eu conheci hoje. Ah, não foi mesmo. O cara precisava de praticamente nada para dar o escândalo do riso.
Gargalhadas altas, que alcançavam o absurdo de trinta segundos, com direito a olhos fechados e mãos batendo em cima da mesa. Tudo isso para um comentário reles, que no máximo merecia uma puxada no canto da boca, e olhe lá.
Riem como ele alguns outros poucos que eu conheço. Dentre estes, alguns fixam o olhar na sua pupila, para pressionar em você uma reação à altura. Outros exageram tanto que parecem estar próximo a um enfarte. Por tão pouco, meu Deus.
Se a risada é autêntica ou não, isso é uma coisa bastante questionável. Às vezes, parece uma coisa mais biológica, de neuro-reflexo, do que uma interpretação consciente. E se é verdade que rir rejuvenesce ou traz saúde, no futuro talvez seja possível conhecer a identidade destes de quem estou falando.

domingo, 23 de março de 2008

.:: pessoas do dia ::.










Te adoro em tudo, tudo, tudo.
Te quero mais que tudo, tudo, tudo.
Te amar sem limites
Viver uma grande história.



Em tempo:
Sunday is on the phone to Monday. =(

quarta-feira, 19 de março de 2008

.:: música do dia ::.

José
G. Moustaki (versão Nara Leão)

Olhe o que foi meu bom José
Se apaixonar pela donzela
Dentre todas a mais bela
De todas sua Galiléia

Casar com Débora ou com Sara
Meu bom José, você podia
E nada disso acontecia
Mas você foi amar Maria

Você podia simplesmente
Ser carpinteiro e trabalhar
Sem nunca ter que se exilar
De se esconder com Maria
E teu ofício ensinar
Como teu pai sempre fazia

Por que será, meu bom José
Que este teu pobre filho um dia
Andou com estranhas idéias
Que fizeram chorar Maria

Me lembro às vezes de você
Meu bom José, meu pobre amigo
Que dessa vida só queria
Ser feliz com sua Maria

terça-feira, 11 de março de 2008

1) Chuvas periódicas no mesmo dia, céu cinza-escuro, raios em intervalos máximos de um minuto, relâmpagos recorrentes, trovões insistentes, ruas alagadas, frio de congelar os ossos.

Assinale abaixo a opção que contém o local com essa previsão de tempo.

a) Shillong, India
b) Bergen, Noruega
c) Warrenpoint, Irlanda
d) Seattle, EUA
e) Teresina, Brasil


Pasme, esse final de semana eu marcaria a opção E.
E ganharia a questão.

sexta-feira, 7 de março de 2008



terça-feira, 4 de março de 2008

Última sexta-feira de outubro, 4 horas da tarde, em um dos sinais vermelhos daquela avenida que parecia não apreciar a cor verde. Embora este fosse o lugar físico que ela estava naquele momento, os pensamentos a levavam para a provável reação do professor quando a visse chegar com quarenta minutos de atraso.
Até que havia conseguido escapolir do trabalho a tempo, mas o trânsito definitivamente não queria colaborar. O rádio do carro, quase no volume máximo pela sua dificuldade de escuta, tentava sem sucesso distrair a futura publicitária no trajeto nervoso para a sala de aula.
Aproximava-se do carro um cidadão que aparentemente aproveitava o trânsito parado para entregar panfletos promocionais. Curiosa e sempre interessada em saber o que estavam inventando de novo nas agências de propaganda, inconscientemente ela comemorou o fato de ter algo interessante pra ver enquanto não podia sair do lugar.
Abriu apenas um palmo de vidro para pegar o impresso de papel couchè, o suficiente para perceber que o homem tentava comunicar algo.
- Hã? - ela perguntou, fazendo cara de quem não ouviu patavina.
E o homem repetiu a frase, sem sucesso nem condição de ser ouvido por ela.
- Péra só um minutinho! - berrou a moça, pedindo que o homem pacientemente esperasse que ela diminuísse o volume estridente do rádio.
- Pois não, senhor.
- Isso é um assalto.
- Um assalto???
Mais surpresa do que assustada, ela questionava o assaltante. Pensou que ele fosse dizer qualquer coisa: que o supermercado estava entregando brindes ou que o pneu estava baixo, por exemplo. Só não esperava que fosse um assalto.
- É, um assalto. Passa a bolsa. - disse o homem, tentando recuperar algum sentimento de medo ou um clima de autêntico roubo.
- A bolsa? Ih, meu filho... Tem certeza que quer ESSA bolsa?
O criminoso olhou pelo vidro. Era uma grande e velha bolsa verde musgo, dessas tipicamente usadas pelos estudantes, com um macaquinho pendurado, esborrotando de livros grossos e velhos.
- Olha, eu sou estudante, tá vendo? Acho que tô mais lisa que você. Olha aqui minha carteira.
Abriu a carteira de couro no nariz do homem. Depois, mexendo nas gavetinhas do carro, foi falando:
- Deixa eu ver se encontro alguma moeda do papai aqui... Às vezes ele deixa... Olha! Tá aqui. Um real!

E quando voltou o olhar para a janela, ele já havia desistido. Deixou os panfletos no asfalto e foi estudar novas táticas de assalto, provavelmente em novas paragens.

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Em tempo: acima, um diagramazinho mostrando como se comportar no meio da rua de forma a dar menos bandeira. Logo embaixo dele, a relação dos celulares das viaturas do Ronda... A visualização melhora se clicar sobre a figura. Afinal, Iraci também é utilidade pública.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Pela vida que escolhi (ou estou escolhendo, sei lá), estou sempre lendo trocentos textos e livros. Quem tem convivido comigo que o diga. Mas sempre há aquele que foi escolhido para deleite, o da cabeceira, o comprado que ainda tem cheirinho de novo. Pois bem, eis o que leio no momento.
Ainda vou pela metade do livro, mas a leitura se tornou meio sem graça pelo fato de todos os exemplos estarem de alguma forma relacionados à política norte-americana.
Pra completar, me sinto uma autêntica escritora de abobrinhas. São citados mega-blogueiros que ganham fortunas e mudam os rumos sócio-políticos dos EUA, de forma que, inevitavelmente, os demais blogueiros se sintam meio sem propósito ou até mesmo fontes de futilidades.
Mesmo assim, vou continuar nos meus baby-steps aqui, sem pretensão alguma. Tentando olhar para o blog não como uma mídia, mas como um diário sem chave, um caderno que estaria no fundo de uma gaveta se não fosse a tsunami digital.

sábado, 1 de março de 2008

Hoje é meu dia!! =)
(Meu e da Ana Hickmann)
E esse vídeo garante boas gargalhadas com esse tema...